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Susana Vidal


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Nasceu​ ​em​ ​Córdoba,​ ​Espanha​ ​(1975).​ ​
Reside​ ​em​ ​Lisboa​ ​desde​ ​1997.
Encenadora, professora, dramaturga, atriz e artista plástica. Licenciada e doutorada em Belas Artes, Univ. de Castilla-La Mancha, Cuenca. Interpretação na Escola Sup. de Arte Dramático e Dança contemp. no CAD de Sevilha. Erasmus na Academia de Belas Artes de Bolonha e cursos de interpretação no DAMS, Itália; bolsa Intercampus (pós-graduação artes cénicas) no CEART, Univ.do Estado de Santa Catarina (Florianópolis, Brasil), bolsa de Pós-graduação para aperfeiçoamento em artes cênicas da Junta de Andaluzia (España).
Curso de Interpretação/biomecânica do TNT de Sevilha, direcção de Ricardo Iniesta. Curso “Artes Cênicas em Espanha:1980-1997” da UCLM. Seminário do ISTA, Odin Theatre, F.C. Gulbenkian. Professora no curso de Artes Performativas e tecnologias da Universidade Lusófona, professora de artes performativas e novas tecnologias na ESTAL e professora na escola​ ​profissional​ ​de​ ​actores​ ​InImpetus.

Algumas das suas encenações são: “Rosto, clareira e desmaio” poesia de Miguel Manso TNDMII (2017), “Além da solidão” para NNT (2016), "A Falsa suicida"(Inimpetus -2016), "Esconderijo e 10 cães.."(NNT, FATAL 2016), "Quando é que vamos onde?"(NNT-2015), “Coração-arde vº7” (2015), “A mulher mais feia do mundo” (2014), “O Tempo Morto” (texto de Miguel Manso, 2013), “En mi hambre mando yo”(2012), “Bombas ou agonias...”(2012), “Bombas ou morrer...” (2011), “Simulacros”(2010), “Beija-me”(Citec, 2008), “A inesperada”(2006), “Amor Cru”(Útero, 2004), “Mortos de amor”(2003), “Quero ser uma porno-Star?”(2002), “Esta é a minha cara”(2001), “O gosto do desgosto”(2000), “2500 anos à espera deste momento...” (1999)... No Teatro universitário encenou o GTIST entre 2000-2008. Com os quais ganhou o 1º Prémio Fatal 2006 com «Escândalo» baseado na obra de P.P. Pasolini, apresentado também no Festival Studiobünhe de Colónia, Ger (2007);​ ​e​ ​menção​ ​honrosa​ ​para​ ​a​ ​cenografia​ ​de​ ​“Aniquila”.

Segue-nos em:

BIOGRAFIA SUSANA VIDAL

Susana Vidal nasceu​ ​em​ ​Córdoba,​ ​Espanha​ ​(1975).​ ​

Reside​ ​em​ ​Lisboa​ ​desde​ ​1997.

Encenadora, professora, dramaturga, atriz e artista plástica. Licenciada e doutorada em Belas Artes, Univ. de Castilla-La Mancha, Cuenca. Interpretação na Escola Sup. de Arte Dramático e Dança contemp. no CAD de Sevilha. Erasmus na Academia de Belas Artes de Bolonha e cursos de interpretação no DAMS, Itália; bolsa Intercampus (pós-graduação artes cénicas) no CEART, Univ.do Estado de Santa Catarina (Florianópolis, Brasil), bolsa de Pós-graduação para aperfeiçoamento em artes cênicas da Junta de Andaluzia (España).

Curso de Interpretação/biomecânica do TNT de Sevilha, direcção de Ricardo Iniesta. Curso “Artes Cênicas em Espanha:1980-1997” da UCLM. Seminário do ISTA, Odin Theatre, F.C. Gulbenkian. Professora no curso de Artes Performativas e tecnologias da Universidade Lusófona, professora de artes performativas e novas tecnologias na ESTAL e professora na escola​ ​profissional​ ​de​ ​actores​ ​InImpetus.

Algumas das suas encenações são: “Rosto, clareira e desmaio” poesia de Miguel Manso TNDMII (2017), “Além da solidão” para NNT (2016), “A Falsa suicida”(Inimpetus -2016), “Esconderijo e 10 cães..”(NNT, FATAL 2016), “Quando é que vamos onde?”(NNT-2015), “Coração-arde vº7” (2015), “A mulher mais feia do mundo” (2014), “O Tempo Morto” (texto de Miguel Manso, 2013), “En mi hambre mando yo”(2012), “Bombas ou agonias…”(2012), “Bombas ou morrer…” (2011), “Simulacros”(2010), “Beija-me”(Citec, 2008), “A inesperada”(2006), “Amor Cru”(Útero, 2004), “Mortos de amor”(2003), “Quero ser uma porno-Star?”(2002), “Esta é a minha cara”(2001), “O gosto do desgosto”(2000), “2500 anos à espera deste momento…” (1999)… No Teatro universitário encenou o GTIST entre 2000-2008. Com os quais ganhou o 1º Prémio Fatal 2006 com «Escândalo» baseado na obra de P.P. Pasolini, apresentado também no Festival Studiobünhe de Colónia, Ger (2007);​ ​e​ ​menção​ ​honrosa​ ​para​ ​a​ ​cenografia​ ​de​ ​“Aniquila”.